Histerectomia

O que você precisa saber

Dr. Lucas Santana Passos, ginecologista, sorrindo, de jaleco cinza-escuro

Por Dr. Lucas Santana, especialista em Histerectomia em São Luís-MACRM-MA 7341 · RQE 2901 · RQE 4007

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CRM-MA 7341

RQE 2901 · RQE 4007

FEBRASGO

Titulado em Ginecologia e Obstetrícia

HUUFMA

Preceptor da Residência em Ginecologia

Se você chegou até aqui, é provável que esteja buscando informações sobre histerectomia, seja porque recebeu uma indicação para o procedimento ou porque está considerando essa opção para tratar uma condição como miomas, endometriose ou prolapso uterino. Nesta página, vou explicar tudo o que você precisa saber sobre a histerectomia: quando é recomendada, como o procedimento é realizado e o que esperar durante o processo de recuperação.

Mulher com as mãos sobre o baixo ventre e a ilustração do útero, das trompas e dos ovários

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Perguntas e respostas sobre histerectomia

Entenda a cirurgia

A histerectomia é a cirurgia para remoção do útero. Ela pode ser realizada por várias razões, como miomas, endometriose, câncer, prolapsos uterinos ou sangramentos excessivos. Dependendo do caso, também podem ser removidos os ovários, trompas de falópio ou outros tecidos adjacentes.

Existem três tipos principais:

  • Histerectomia total: remoção do útero e do colo do útero.
  • Histerectomia subtotal (ou parcial): remoção do útero, mas preservação do colo do útero.
  • Histerectomia radical: remoção do útero, colo do útero, parte da vagina e tecidos ao redor, geralmente indicada em casos de câncer.

A histerectomia pode ser indicada para tratar condições como miomas uterinos, endometriose, câncer de útero ou colo do útero, prolapsos uterinos graves, infecções crônicas ou sangramentos uterinos anormais que não podem ser controlados de outras maneiras.

Sim, a histerectomia pode ser indicada para tratar casos graves de endometriose, especialmente se a dor não for aliviada por outros tratamentos. A decisão de realizar a cirurgia depende de vários fatores, como a gravidade da endometriose e o desejo da paciente de preservar a fertilidade.

Sim, a histerectomia é uma opção eficaz para eliminar os miomas e resolver sintomas como sangramentos excessivos, dor e pressão pélvica. Se os miomas forem a principal causa dos sintomas, a remoção do útero geralmente oferece alívio completo.

Como é feita

A histerectomia pode ser realizada por via abdominal (incisão no abdômen), vaginal (através da vagina) ou laparoscópica (mínima incisão, usando câmeras). A escolha do método depende de diversos fatores, como a condição médica e a experiência do cirurgião.

Sim, a histerectomia laparoscópica é uma opção em muitos casos. Ela envolve a remoção do útero por meio de pequenas incisões e o uso de câmeras para guiar o procedimento. A laparoscopia oferece a vantagem de uma recuperação mais rápida e menos dor pós-operatória.

Recuperação

A recuperação varia, mas geralmente leva de 6 a 8 semanas. Nos primeiros dias, você precisará de repouso, e com o tempo, poderá retomar atividades leves. Durante o primeiro mês, é importante evitar levantar peso e atividades físicas intensas.

Os cuidados incluem repouso, controle da dor com medicação, evitar esforço físico, manter uma boa higiene e evitar relações sexuais por um período. O acompanhamento médico é essencial para garantir a boa cicatrização e monitorar possíveis complicações.

É recomendado esperar cerca de 6 a 8 semanas após a cirurgia antes de retomar as relações sexuais, para garantir que a cicatrização ocorra corretamente e para evitar desconforto.

A maioria das mulheres pode retornar ao trabalho leve após 4 a 6 semanas, dependendo do tipo de trabalho e da recuperação. Trabalhos que exigem esforço físico podem exigir mais tempo para a recuperação completa.

Resultados

Sim, a histerectomia causa infertilidade, pois o útero é removido. Se os ovários forem preservados, a mulher ainda pode produzir óvulos, mas a gestação não será mais possível.

Se apenas o útero for removido e os ovários forem preservados, a menopausa não ocorre imediatamente. No entanto, se os ovários também forem retirados, a mulher entrará em menopausa precocemente, o que pode gerar sintomas como ondas de calor, alterações no humor e secura vaginal.

Em muitas mulheres, a histerectomia não afeta o desejo sexual, especialmente se os ovários forem preservados. No entanto, algumas mulheres relatam mudanças na lubrificação vaginal ou sensação durante o sexo devido a alterações hormonais ou psicológicas.

Riscos

Sim, a histerectomia é uma cirurgia segura, mas como qualquer procedimento cirúrgico, envolve alguns riscos, como infecção, sangramentos, lesões nos órgãos ao redor, reações à anestesia e riscos específicos relacionados à condição que justifica a cirurgia.

Os efeitos colaterais podem incluir menopausa precoce (caso os ovários sejam removidos), alterações hormonais, perda de libido, alterações no controle urinário e, raramente, complicações decorrentes de infecção ou sangramento excessivo.

Onde fazer em São Luís

A primeira consulta é no consultório do Dr. Lucas Santana, no Planta Tower, no Jardim Renascença, em São Luís. Nela, ele avalia o seu caso e, quando a histerectomia é indicada, define com você o hospital, conforme o caso. O agendamento é pelo WhatsApp (98) 93300-6166.

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Conheça o Dr. Lucas Santana

Ginecologista e Cirurgião Ginecológico

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  • RQE 4007 Endoscopia Ginecológica

O Dr. Lucas Santana Passos é ginecologista e cirurgião ginecológico em São Luís (MA). Titulado em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO, tem área de atuação em Endoscopia Ginecológica e se dedica à cirurgia minimamente invasiva, feita por videolaparoscopia e histeroscopia.

Títulos e associações

FEBRASGO

Titulado em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologistas e Obstetras (FEBRASGO) TEGO 0238/2017, com área de atuação em Endoscopia Ginecológica (Cirurgia minimamente invasiva: Laparoscopia e Histeroscopia)

HUUFMA

Preceptor da Residência Médica em Ginecologia do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HUUFMA)

NEM

Diretor do Núcleo de Endometriose do Maranhão (NEM)

SBE

Associado à Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE)

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